Um projeto-piloto do Governo do Estado vai instalar até o final deste ano sistemas de geração de energia fotovoltaica em 224 escolas em sete municípios: Balsa Nova, Cascavel, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Maringá, Paranavaí e São José dos Pinhais. Com investimento total de R$ 46.515.944,27 o objetivo é promover a eficiência energética e reduzir custos.

De acordo com o superintendente-executivo do Paranacidade, Álvaro Cabrini, esse investimento retornará para os cofres municipais em menos de três anos, em decorrência da economia a ser gerada por equipamentos mais eficientes e pela geração da energia a ser consumida.

Uma parcela dos recursos é do Programa de Eficiência Energética (PEE), da Companhia Paranaense de Energia (Copel), a fundo perdido. O restante é complementado pelas prefeituras com recursos próprios ou obtidos pelo Sistema de Financiamento aos Municípios (SFM), liberados pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas (SEDU), com operação do Serviço Social Autônomo Paranacidade.

A aprovação dos sete municípios ocorreu pelo Programa de Eficiência Energética da Copel, edital de 2019, com a liberação de 55% a 62% dos valores a serem investidos em cada município. Em Balsa Nova, também estão previstas a troca de luminárias das ruas por sistemas em LED e a implantação no prédio da Prefeitura de Projeto de Eficiência Energética com a substituição da energia hidrelétrica pela de geração fotovoltaica.

Como parte do programa de eficiência energética, também serão avaliados e substituídos equipamentos e instalações elétricas por produtos mais econômicos, como a troca de lâmpadas por unidades a LED, que oferecem a mesma iluminação com consumo menor e sem a geração de calor.

O secretário da SEDU, João Carlos Ortega, explica que o objetivo é levar esses benefícios a 180 municípios do Estado, no período de um ano. “Os municípios do Paraná já podem solicitar informações e manifestar a intenção de aderir à proposta de inovação, que promove economia e atende às normas de proteção ambiental”, disse.

As prefeituras podem usar recursos próprios para viabilizar as ações, ou de financiamento (SFM) ou aguardar a publicação do Edital de 2020, do Programa de Eficiência Energética da Copel, que definirá os projetos que receberão recursos a fundo perdido. No caso de a própria prefeitura realizar, de forma independente, a etapa que leva à maior eficiência energética, os projetos devem seguir as referências utilizadas pelo Paranacidade.

fonte: portalsolar.com.br

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